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Os Riscos Psicossociais e o Trabalho Solitário​

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A TECNIQUITEL promoveu no dia 30 de Março / 2022, às 10h00, mais um Webinar Online, desta vez dedicado ao tema OS RISCOS PSICOSSOCIAIS E O TRABALHO SOLITÁRIO​, particularmente orientado para Responsáveis de Recursos Humanos e Técnicos de Higiene e Segurança da Indústria, sobretudo para profissionais nas indústrias químicas, energia, transportes, prestação de serviços, telecomunicações, assim como serviços de entregas e fiscalização.

Este evento online totalmente gratuito está integrado num plano anual dos TECVIEWS WEBINARS que corresponde a sessões organizadas pela TECNIQUITEL e neste caso tem como foco os riscos psicossociais do trabalhador isolado.

Neste TECVIEW WEBINAR cada participante ficou a conhecer os principais problemas e soluções para minimizar os riscos para trabalhadores isolados na maioria das actividades profissionais.

O objectivo deste evento online é que todos os participantes obtivessem novas ferramentas e estratégias inovadoras para a prevenção dos riscos profissionais nas situações de trabalho isolado nas respectivas empresas e organizações.

Veja agora o REPLAY do TECVIEW WEBINAR 5 – OS RISCOS PSICOSSOCIAIS E O TRABALHO SOLITÁRIO para ficar a conhecer os principais problemas e soluções para minimizar os riscos para trabalhadores isolados na maioria das actividades profissionais.

 

 

Descubra agora os tópicos abordados neste evento:

Riscos Psicossociais vs. Trabalho Isolado. O equilíbrio entre a esfera pessoal, familiar, social e profissional.

Prevenção de Riscos. Como podem as empresas garantir a segurança dos seus trabalhadores isolados?

Métodos de Monitorização Remota. Qual é o impacto de um sistema de monitorização do trabalhador solitário?

Tracking Pessoal. Como os trabalhadores isolados podem beneficiar com o rastreamento profissional e eficaz?

 

Os Oradores neste TECVIEW WEBINAR foram:

Gonçalo Sousa (Moderador)

Pedro Pires (Especialista em Tracking Pessoal & Gestão)

Nuno Sousa (Co-CEO, Responsável Delegação Norte na TECNIQUITEL)

A participação em todos os TECVIEWS WEBINARS é totalmente GRATUITA e a sua Inscrição pode ser feita apenas com o nome e e-mail. Pode ver o Replay do Webinar posteriormente e perguntar o que deseja saber durante o Webinar.

Se tiver alguma dúvida por favor entre em contato através do e-mail [email protected]

 

O problema dos acidentes de trabalho em Portugal

Todos os dias, os trabalhadores são vítimas de acidentes de trabalho. A cada 5 segundos existe um acidente de trabalho na Europa. Em Portugal, este valor ronda os 230 mil acidentes/ano.

Em termos mundiais, o número de pessoas vítimas de acidentes de trabalho, por ano, corresponde a cerca de 3 vezes o número de pessoas que morrem em conflitos armados!

Perante as 450 mortes diárias de trabalhadores europeus por causas relacionadas com o trabalho, a segurança e a saúde laborais não podem ser consideradas um luxo, mesmo em tempos de crise, nem continuarem a ser vistas como um custo acrescido por parte das empresas.

Na União Europeia, em 2017, mais de 2 milhões de acidentes deste tipo resultaram em ausências superiores a 4 dias do posto de trabalho e 2.912 resultaram mesmo na morte dos trabalhadores.

Portugal é o quarto país do bloco comunitário com mais acidentes fatais por 100 mil trabalhadores. De acordo com dados divulgados pelo Eurostat, a taxa de incidentes fatais na União Europeia tem recuado, nos últimos anos: de 2,87 por 100 mil trabalhadores em 2010 para 2,25 por 100 mil trabalhadores em 2017.

Em 16 dos 27 Estados-membros a taxa de acidentes fatais (isto é, que resultam na morte do trabalhador até um ano depois do incidente) é superior à média. A Roménia regista a taxa mais alta: 5,72 por 100 mil trabalhadores. Segue-se a Bulgária (com 4,30) e a Áustria (com 4,11).

Portugal aparece em quarto lugar, com 3,86 acidentes fatais por cada 100 mil trabalhadores.

Esta taxa é significativamente mais baixa do que aquela que tinha sido registada em anos anteriores. Por exemplo, em 2009, estava nos 5,6 por 100 mil trabalhadores.

Mas, mesmo assim, Portugal está distante dos números apresentados por países onde os acidentes de trabalho são menos frequentes: Malta com 0,57; Holanda com 0,78; Chipre com 0,85 e Estónia com 1,02.

Estes números servem apenas como introdução para este TECVIEW WEBINAR, dedicado ao tema OS RISCOS PSICOSSOCIAIS E O TRABALHO SOLITÁRIO.

Desde que as Leis de Saúde e Segurança Ocupacionais foram criadas, a área de segurança do trabalhador evoluiu significativamente. As entidades e empresas desenvolveram novas maneiras de proteger as pessoas em todas as funções e setores, especialmente aqueles que são mais vulneráveis e enfrentam maiores riscos de segurança.

Neste particular, as pessoas que trabalham sozinhas e em locais remotos estão mais em risco do que os outros trabalhadores. Realçamos que este grupo demográfico aumentou substancialmente como resultado das mudanças provocadas pela COVID-19.

 

 

Mas, o que é um trabalho isolado?

Por trabalho solitário entende-se todas as atividades que são realizadas num local remoto ou isolado da ajuda externa por causa da sua natureza, tempo ou características do local, onde podem estar trabalhadores expostos a riscos derivados da manutenção de instalações ou substâncias perigosas.

O trabalho isolado encontra-se de tal forma disseminado no modus operandi da indústria, que de um modo geral passa despercebido. Por este facto, quer a sua definição, o seu enquadramento legal, a sua institucionalização, quer mesmo a sua prevenção, são difíceis de gerir e implementar.

O número de trabalhadores isolados (também designados de solitários) aumentou dramaticamente, especialmente com o incremento de pessoas que atualmente trabalham remotamente e em casa, assim como às regras impostas devido à pandemia, que isolou milhares de trabalhadores em fábricas e estabelecimentos comerciais.

Os trabalhadores isolados enfrentam uma série de riscos de segurança. Os mais comuns são escorregões, tropeções e quedas, que foram a causa de 700 mortes em 2016, bem como cerca de 50.000 acidentes com afastamento do trabalho.

Outro risco de segurança comum que os trabalhadores isolados enfrentam é o das máquinas e equipamentos, que podem deslocar-se ou cair sobre o trabalhador. Além disso, não é incomum que os trabalhadores fiquem presos em máquinas, o que pode resultar em consequências debilitantes, se não mesmo mortais.

As atividades onde o trabalho isolado é mais usual correspondem à segurança privada, oficinas e bombas de combustível, serviços de manutenção e reparação na indústria, serviços de limpeza, condução de máquinas e veículos, trabalhos com energia eléctrica e guardadores de gado.

Mas existem muitos mais!

O que torna os trabalhadores isolados mais vulneráveis?

Por que as avaliações de risco são importantes para trabalhadores isolados?

Qual é o impacto de um sistema de monitorização do trabalhador isolado?

Como é possível prevenir os riscos psicossociais nos trabalhadores solitários?

Qual é o enquadramento legal do trabalho isolado?

Quais os riscos específicos do trabalho isolado?

Como podem as empresas garantir a segurança dos seus trabalhadores isolados com a ajuda de tecnologia?

Como os trabalhadores isolados podem beneficiar com o rastreamento?

Por que razão apoiar os trabalhadores isolados é um investimento digno e essencial?

Assista a este TECVIEW WEBINAR para encontrar a resposta a estas e outras perguntas.

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