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Eu, o Invisível, recuperarei parte do investimento que fiz na Saúde?

Bombardeiam-nos com a ideia de que os que morrem são os não vacinados apenas, porque todos os outros, os vacinados, esses estão imunes. Será que não estamos apenas parcialmente protegidos?

por Rangel Gomes

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EU, um invisível, encontro-me diariamente com outros bem visíveis nos ecrãs da TV, bem vestidos e elegantes alguns, não tanto, outros, sempre palavrosos e perfeitamente convictos do que dizem, por vezes contrariando-se mesmo, no palco que lhes oferecem, felizes por se tornarem visíveis para 10 milhões de pessoas, elas aperaltadas e bonitas, eles subservientes e sempre muito chegados aos seus “seguros de vida”, com narrativas políticas, lobistas e, nalguns casos, pretensa ou verdadeiramente científicas, é como os vejo e ouço, conversa blá, blá, blá na maioria das vezes, – como diz uma mensageira adolescente, irritante, mas atrevida.

Passeiam-se por todo o país, em comitivas não justificadas, a expensas do erário público, o que lhes retira espaço para a ação, para sonharem, conceberem e materializarem, sempre e sempre em favor da sua autopromoção!

Ninguém tem uma visão, uma janela para o futuro em matéria pandémica ou mesmo endémica, não aprendemos com a história, desvalorizamos o que se aproxima e os riscos que corremos, nós e o mundo, porque todos os surtos, exceto este que vivemos, aliás recentes, tiveram lugar noutras longitudes e a que nós acreditamos estar incólumes, porque protegidos pela figura mítica de Fátima.

Eis que chega um Senhor, militar de carreira, vestindo um uniforme camuflado militar, este sim um homem de ação, para pôr fim a um desastre provocado por um boy dito cientista, cujas competências em matéria de logística eram totalmente nulas e que nem sequer teria idade e força para tal, mas que tinha amigos bem colocados.

Um Senhor, disciplinado, a quem foi dada uma missão, com imposição de um prazo limite, para a cumprir – vacinar a população do nosso país para atingir uma cobertura de 85% – o que demonstrou ser possível, cumprindo. Proteção relativa e regressiva, mas ainda assim importante.

Talvez auto didata em matéria de saúde, estudioso, com tempo e paciência para se preparar, para ter ideias próprias e assim poder dispensar assessores com duvidoso saber.

Logo assediado para se passar para a política, pois assim convinha a alguns, que não ele, como de forma aberta sempre declarou. Não queria louros, mas sim e apenas cumprir uma missão patriótica.

Esclareceu desde logo a razão para ter vestido o camuflado militar que nunca despiu em público, pois o seu entendimento era que estamos em guerra, sim, bem verdade, uma guerra biológica, potencialmente desenvolvida por terrorismo de estado, privado, acidente ou erro, tanto faz, porque ninguém está verdadeiramente interessado em saber onde teve origem.

Contra um vírus manhoso, que sofre mutações estranhas e consecutivas, que até agora matou mais de 6 milhões de pessoas em todo o mundo – um verdadeiro genocídio – aterrorizou 7 biliões e paralisou a economia mundial provocando perdas de muitos biliões e assim continuará.

Depois substituído por outro militar de patente um pouco abaixo, também em camuflado como o seu predecessor, pois a doutrina radicou-se, mas que entra mudo e sai calado, por feitio ou porque lhe tenham imposto a lei da rolha, não se sabe, de formação veterinária, presumo na área da infeciologia, mas, também espero eu, domine a área da logística, uma competência na esfera da gestão e planeamento, que os militares tão bem sabem fazer. Isto para não começarmos a conjeturar!

A ciência despertou, investiu biliões, ganhou outros tantos, porque é assim mesmo, na nossa vida tudo é um negócio.

Neste estado de guerra, pois deveria imperar a Lei Marcial e todos estarem a ela sujeitos, sem grandes democracias, sem o direito à resistência, opiniões pessoais, livres para procederem como lhes é mandado, alguns mesmo – e serão muitos – negando as evidências científicas, ou menorizando a ciência em múltiplos aspetos, embora a maioria tenha conhecimento e preparação na área da ciência.

 

 

Eu, o invisível, sou da área da ciência, mas outra que não aquela a que aqui me refiro.

Alguns, com falta de patriotismo, ou mesmo falta de alguns laivos de nacionalismo, nestes momentos, sentimentos críticos de elevada importância para a coesão da comunidade, aproveitaram mesmo o momento para reivindicações laborais ou não, enformadas por egoísmos e passíveis de serem entendidas como chantagem, ou pressões sobre um estado débil.

Não coloco em causa as razões que possam ter, mesmo muitas, mas e apenas o momento, talvez até mesmo por falta de cognição e realismo, porque não estão bem sintonizados com o estado a que deixámos chegar o país, com a falta de pragmatismo das nossas governanças.

Outros fugiram, voltaram as costas ao seu país, à população que permitiu a estes dotados a sua educação, que pagou caro através dos seus impostos, para depois, agora mesmo, nos sentirmos defraudados e espoliados no investimento que voluntariamente fizemos nesta gente, os mesmos que nos abandonam e vão ou foram trabalhar para o estrageiro, esquecendo-se de nós e dos seus próprios familiares, que também desagua nos hospitais, em angústia.

Tratava-se apenas de alguns Euros a mais, não importa quantos, porque o que devemos mesmo perceber é que nos mentiram, pois não tinham espírito de missão, juraram em falso e transformaram-se em mercenários.

Outros ainda, os oficiais superiores da SAÚDE, demitem-se de funções, porque isso não representa perda de rendimento se estiverem inseridos na atividade pública, ao contrário do que acontece na privada.

Daí a perceção da responsável ministerial por esta pasta se lamentar da falta de resiliência, talvez mal-usada, porque seria talvez mais adequado dizer: falta de sentido de missão.

Mais, ainda, todos estes podem ser entendidos como negacionistas porque alijam a carga que transportam, não se protegendo nem protegendo os seus subordinados, que deles dependem, auto assumindo-se como “economicistas”, guardando antes o dinheiro para um possível funeral, já que os caixões estão caros, em vez de o usarem em vida para se protegerem adquirindo equipamentos de proteção pessoal e implementando práticas deste século e década , mormente mais eficientes, sobretudo na proteção respiratória, como disse um único médico, talvez também invisível, que eu tenha ouvido.

Tudo isto é criminoso, porque derroga de forma automática as suas responsabilidades, se tal for entendido como negligência dolosa.

Como também é crime, em teatros de guerra, desertar ou recusar o cumprimento de ordens, punível, antes, com a pena de morte por fuzilamento.

Será que, como alguém disse uma vez, que devíamos suspender a democracia durante algum tempo até ultrapassarmos a crise?

 

 

Como se pode admitir que a vacinação contra a Covid não seja obrigatória, pergunta este invisível, que teve o cuidado de se vacinar para se proteger e proteger terceiros.

Será que todos estes, os que recusam a vacina, têm legitimidade ou fundamentos para duvidar da ciência e já perceberam que Louis Pasteur viveu no século 19, e desde então o conhecimento fez progressos imensos e que a tecnologia acompanhou? Parece bem que apenas as mentalidades não seguiram estes caminhos.

E como é que no topo da nossa hierarquia de comando – leia-se governança – tenhamos um “capitão”, com memória absolutamente prodigiosa, e digo isto porque se lembra de tudo o que sempre disse ao longo da sua vida e gosta de o enfatizar, mas que nada fez de consequente, o que aliás, como convém, não recorda, não tenha traçado a rota para o país, para o piloto irritantemente otimista, mas simpático e naturalmente dotado, possa fazer rumar o barco ao destino, livrando-se de forma firme e determinada dos escolhos?

Como é possível que estas perguntas sem resposta, à semelhança das que um ilustre comentador da TV coloca todas as semanas, sejam equacionadas? Democracia, divórcio das responsabilidades, incapacidade de tomar decisões, medo de viver, ou meramente receio de perder votos? Não era assim o marquês de Pombal, noutros tempos e na era de homens e mulheres diferentes, onde se incluiu a Maria que não hesitou em o desterrar!

Então não andávamos, presumo eu, de Herodes para Pilatos, para a tomada de decisões, ou assunção de responsabilidades.

Creio mesmo que o jogo do xadrez não seria tão democrático então, como hoje é, certamente muito bem dominado pelos Visíveis, aqueles que nos encharcam com o tal blá, blá, blá, debitando opiniões pessoais inconsequentes, mas fazendo doutrina.

Passam-nos a ideia da imunidade pessoal e mesmo de grupo, esquecendo-se de nos dizerem que esta é apenas relativa e regressiva, porque adquirida e não inata.

Bombardeiam-nos com a ideia de que os que morrem são os não vacinados apenas, porque todos os outros, os vacinados, esses estão imunes. Será que não estamos apenas parcialmente protegidos? Isto, creio, é importante porque as palavras têm valor.

Porém, a forma de comunicar estas inverdades, a um povo por natureza conspirativo, só condiciona de forma negativa os comportamentos de todos, porque mal percecionados.

Quando será que o nosso país, o nosso povo, regressam ao estado de saúde mental desejável?

Será que alguma vez eu, o invisível, recuperarei parte do investimento que fiz na saúde?

Não creio, foi um investimento muito mau num “banco” de recursos humanos, destituídos de moral, sentido de missão, antipatriota e sem resquícios de nacionalismo, pois o que lhes interessa unicamente é o seu bem-estar pessoal, não se sentindo obrigados a entregar nada, porque só os seus interesses são percecionados.

Nada têm, aqueles que só têm direitos e se auto dispensam das obrigações, para devolver ou entregar, não se lembram de ninguém que lhes tenha feito bem decorridos que sejam 3 dias, ao contrário por exemplo dos cães, esses animais de excelência que, quando lhes dispensamos atenção por 3 dias nos recordam e nos reconhecem por 30 anos, se vivessem este tempo. Daí, talvez, agora um veterinário!

Sei bem quão difícil é liderar, quanto custa, o que envolve, o que obriga, a imagem que criamos quando contrariamos interesses e sei também que erramos, pois eu próprio, por força das circunstâncias, a despeito da idade e achaques que esta aporta, passo pelo mesmo. É a vida!

 

NOTA: Para melhor compreensão desta reflexão recomendamos também a leitura do documento em baixo, nomeadamente, o BOLETIM  INFORMATIVO – PROTEÇÃO PROFISSIONAIS DE SAÚDE: A CHAVE PARA SOBREVIVERMOS AO PRÓXIMO SURTO RESPIRATÓRIO, assim como a consulta das soluções de Proteção Respiratória CLEANSPACE disponíveis neste link em Sistemas Motorizados CleanSpace.

 

CLIQUE EM BAIXO PARA FAZER DOWNLOAD IMEDIATO DO

BOLETIM  INFORMATIVO – PROTEÇÃO PROFISSIONAIS DE SAÚDE: A CHAVE PARA SOBREVIVERMOS AO PRÓXIMO SURTO RESPIRATÓRIO

 

 

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