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Uma Formação essencial: Treino de Entrada em Espaços Confinados

As nossas acções de treino de espaços confinados são formatadas tendo em conta as necessidades específicas de cada cliente, para o que desenvolvemos uma metodologia analítica e de diagnóstico, que nos permite aferir quais as matérias e exercícios adaptados a cada caso e definir as cargas horárias necessárias ao treino.

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No desempenho das suas tarefas em contexto laboral (indústria química, tratamento de águas residuais, indústria mineira, plataformas offshore e muitas outras) os trabalhadores são frequentemente obrigados a entrar em espaços confinados, o que implica riscos acrescidos para a sua saúde e segurança.

A entrada neste tipo de ambientes para limpeza, reparação, inspeção ou manutenção dos locais ou dos equipamentos neles encerrados, classifica estas actividades como de elevado risco, pois os acessos são limitados, a ventilação natural é deficiente e porque podem estar contaminados ou podem produzir contaminantes, já que para o efeito os processos de produção são suspensos temporariamente.

Tal condição cumpre-se tão logo a cabeça da pessoa seja introduzida no seu interior.

Não podem subsistir por isso dúvidas em relação à necessidade de se desenvolverem programas de treino muito exigentes e sistematizados para sensibilizarem os trabalhadores para os riscos existentes e ministrar-lhes a formação necessária para a eleição e uso dos equipamentos correctos e necessários à sua protecção: instrumentos para detecção de gases, iluminação anti-deflagrante, ventilação forçada, vestuário de trabalho, protecção respiratória, entre outros, sendo essa uma obrigação da entidade empregadora que advém do enquadramento legal aplicável.

O treino é essencial para se definir o perfil neurológico dos trabalhadores e identificar possíveis indícios de claustrofobia ou condição física ou psicológica menor que lhes condicione estas práticas, para além de lhes conferir competências para resposta adequada e resgate em situação de emergência.

Meios auxiliares: Simulador de Treino em Espaços Confinados

Para ensino das técnicas para progressão e resgate, como também para proceder à avaliação dos trabalhadores que necessitem de executar trabalhos em espaços confinados, desenvolvemos um Simulador de Treino em Espaços Confinados, construído para este tipo de formação em ambiente controlado.

Período necessário ao treino de Espaços Confinados

As nossas acções de treino de espaços confinados são formatadas tendo em conta as necessidades específicas de cada cliente, para o que desenvolvemos uma metodologia analítica e de diagnóstico, que nos permite aferir quais as matérias e exercícios adaptados a cada caso e definir as cargas horárias necessárias ao treino.

As acções de formação são ministradas com a assistência de 2 formadores, pois definimos como rácio máximo, 1 formador para 4 formandos. Os formadores possuem experiência comprovada e os nossos programas foram desenhados e estão a cargo de um técnico de nível 5 HST.

Limitações à Formação Teórica e Prática de Entrada em Espaços Confinados

O número máximo de formandos admitidos em cada formação é de 8 pessoas.

Este limite é justificado pelo facto da maior valia das nossas acções radicar na componente prática e também por razões de segurança dos próprios formandos.

Abordagem da Formação Teórica e Prática de Entrada em Espaços Confinados

Depois da formação teórica feita em sala, onde se aborda de forma sistematizada e sustentada o perigo que decorre da entrada neste tipo de espaços e os riscos subjacentes, os formandos, usando os EPIs necessários, são obrigados a passar pelo Simulador de Treino em Espaços Confinados, onde são criadas condições próximas da realidade em termos de ruído, fumos, gases, percursos e obstáculos, sempre em condições seguras, mas não perceptíveis para eles.

Os formadores orientam e supervisionam todo o treino. O uso de aparelhos respiratórios isolantes, combinado com outro tipo de Equipamentos Protecção Individual e ainda o reduzido e sinuoso espaço do simulador considera-se intimidatório e exige um grande esforço para quem tem que progredir no seu interior, uma situação que está próxima da realidade, tanto mais que está “inundado” com fumo e tem uma visibilidade próxima do zero, cujo propósito é desenvolver nos formandos o sentido de orientação, condições adversas que são ainda agravadas pelo facto de terem que se movimentar no seu interior sempre duas pessoas, uma regra de ouro.

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