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10 Factos Relevantes e Essenciais sobre os Afogamentos em Portugal

A responsabilidade pela manutenção e segurança das praias foi em 2019, pelo DL 97/2018, empoderada nas Câmaras Municipais, pelouros da Proteção Civil que, a não tomarem medidas e conscientes dos riscos e soluções, podem ser entendidas como negligência grosseira.

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Você sabia que o afogamento é responsável por meio milhão de mortos por ano, em todo o mundo? Outro número que talvez desconheça é que o afogamento continua a ser a 2ª causa de morte acidental nas crianças, sendo apenas ultrapassada pelos acidentes rodoviários.

Em muitos países, o afogamento continua a ser uma das principais causas de morte de crianças com menos de 5 anos. Somente na Europa anualmente morrem 5.000 crianças e jovens até aos 19 anos que são vítimas de afogamento.

Mas o problema dos afogamentos vai mais além dos casos fatais. Segundo um estudo publicado na Holanda estima-se que por cada criança que morre por afogamento, cerca de 140 são hospitalizadas e 20 recorrem aos serviços de urgência.

As crianças e adultos que sobrevivem a um afogamento podem ficar com lesões neurológicas permanentes cujo impacto se estende à qualidade de vida, com influência direta na saúde, desempenho social e económico.

De facto, os afogamentos requerem cuidados de saúde e custos económicos continuados, estimando-se que sejam os acidentes com maior impacto financeiro ao longo da vida. Em Portugal, a verdadeira dimensão deste problema ainda está por avaliar.

Sendo as Câmaras Municipais as entidades responsáveis no nosso país pela segurança das praias, pretendemos alertar e, sobretudo, influenciar uma mudança de comportamentos e de atenção para um problema tão grave e impactante na sociedade portuguesa. Existem apoios financeiros importantes que sustentam a premência desta alteração do compromisso público perante este drama.

 

 

A TECNIQUITEL desenvolveu soluções de nova geração tecnológica para SOS e Resgate de Náufragos. Para que o nosso projeto possa tornar-se útil à comunidade, precisamos da ajuda e colaboração de todas as entidades responsáveis por este assunto.

Até à data da publicação deste texto, este ano em Portugal já morreram 58 pessoas por afogamento, segundo os dados da Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores (FEPONS). Cerca de 2,5 milhões de pessoas morreram afogadas entre 2009 e 2019, um número que poderia ter sido significativamente reduzido com medidas simples, indica a Organização Mundial da Saúde.

Os náufragos em praias nacionais, independentemente da sua natureza, representam uma situação dramática. Por isso mesmo, dedicamos este artigo à enumeração de 10 Factos Relevantes e Essenciais sobre os Afogamentos em Portugal, um assunto que em nossa opinião é de interesse público e nacional.

 

 

1 – Em 2020, Portugal registou 106 óbitos por afogamento em praias, 106 tragédias familiares que as destruturou, com reflexos diretos em cerca de 400 pessoas, traumas que perdurarão por décadas e tendem a repetir-se todos os anos da nossa existência numa sequência que, não sendo possível evitar, pode, porém, ser mitigada com a adoção de meios tecnológicos modernos, inovadores e adequados para salvamento.

2 – A responsabilidade pela manutenção e segurança das praias foi em 2019, pelo DL 97/2018, empoderada nas Câmaras Municipais, pelouros da Proteção Civil que, a não tomarem medidas e conscientes dos riscos e soluções, podem ser entendidas como negligência grosseira.

3 – Somos já poucos e esta condição obriga-nos a adotar medidas efetivas, para não projetarmos para o futuro as nossas fragilidades de momento – a nossa demografia.

4 – As operações de resgate e socorro a náufragos é uma missão extremamente exigente e perigosa para os nadadores-salvadores, pelas manobras que envolve, desgaste físico que provoca e lentidão na resposta, e hoje, devido à pandemia, pelos riscos de contacto com as vítimas.

5 – Os nadadores-salvadores, cuja vida ativa é curta, são cada vez menos, em linha com a tendência demográfica nacional.

6 – A população portuguesa, devido à pandemia, deu início a um movimento migratório para o interior do país, o qual potencia o uso de praias fluviais e lacustres, vigiadas ou não, o que faz aumentar os perigos de afogamento.

7 – A pandemia em curso gerou muitos medos e ansiedade nas pessoas, que se sentem intranquilas e muitas vezes afetadas psicologicamente, um fator de risco que não pode ser ignorado pelas entidades oficiais, no exercício da sua soberania em matéria de segurança e socorro.

8 – A forma de as tranquilizar é restituir-lhes a confiança com a adoção de medidas de segurança efetivas, cognitivas e evidentes.

9 – O estado está obrigado a este esforço, investindo em ferramentas de socorro ou resgate que permitam mitigar os riscos e os fenómenos acima identificados, reduzindo-os de forma drástica.

10 – Tal implica investimento em meios corretos e atuais, bem como na formação das pessoas, a única forma de mudar o estado das coisas, aproveitando mesmo a atual onda de solidariedade e filantropia que avassalou o País, para mitigar e suprir o investimento necessário, apelando à disponibilidade das grandes empresas, que podem usar os meios técnicos apresentados neste catálogo, para efeitos de marketing corporativo, associado a uma causa nobre, devolvendo assim às comunidades parte do que estas lhes dão.

 

 

OneUP: uma solução inovadora para reduzir os Afogamentos em Portugal

O Salva-Vidas OneUP emerge como um tópico que pretende invadir, de forma inovadora, as nossas rotinas de lazer.

Uma questão pioneira que visa alterar o conceito da segurança aquática como é entendida, na ótica de uma revolução tecnológica pensada, concebida e construída para salvar vidas.

O OneUP é um sistema portátil flutuante que é insuflado automaticamente no contacto com a água, transformando-se num dispositivo salva-vidas.

O seu baixo peso e dimensões muito reduzidas permitem o seu transporte de forma prática e fácil. Uma das suas características principais assenta na facilidade do seu uso, pois não requer nenhum atuador manual.

Recomenda-se que sejam agrupados em múltiplos de 3 unidades com espaçamentos de 50 m.

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