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10 Factos Relevantes e Essenciais sobre os Afogamentos em Portugal

A responsabilidade pela manutenção e segurança das praias foi em 2019, pelo DL 97/2018, empoderada nas Câmaras Municipais, pelouros da Proteção Civil que, a não tomarem medidas e conscientes dos riscos e soluções, podem ser entendidas como negligência grosseira.

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Até à data da publicação deste texto, este ano em Portugal já morreram 58 pessoas por afogamento, segundo os dados da Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores (FEPONS). Cerca de 2,5 milhões de pessoas morreram afogadas entre 2009 e 2019, um número que poderia ter sido significativamente reduzido com medidas simples, indica a Organização Mundial da Saúde. Em muitos países, o afogamento continua a ser uma das principais causas de morte de crianças com menos de 5 anos.

Os náufragos em praias nacionais, independentemente da sua natureza, representam uma situação dramática. Por isso mesmo, dedicamos este artigo à enumeração de 10 Factos Relevantes e Essenciais sobre os Afogamentos em Portugal, um assunto que em nossa opinião é de interesse público e nacional.

 

 

1 – Em 2020, Portugal registou 106 óbitos por afogamento em praias, 106 tragédias familiares que as destruturou, com reflexos diretos em cerca de 400 pessoas, traumas que perdurarão por décadas e tendem a repetir-se todos os anos da nossa existência numa sequência que, não sendo possível evitar, pode, porém, ser mitigada com a adoção de meios tecnológicos modernos, inovadores e adequados para salvamento.

2 – A responsabilidade pela manutenção e segurança das praias foi em 2019, pelo DL 97/2018, empoderada nas Câmaras Municipais, pelouros da Proteção Civil que, a não tomarem medidas e conscientes dos riscos e soluções, podem ser entendidas como negligência grosseira.

3 – Somos já poucos e esta condição obriga-nos a adotar medidas efetivas, para não projetarmos para o futuro as nossas fragilidades de momento – a nossa demografia.

4 – As operações de resgate e socorro a náufragos é uma missão extremamente exigente e perigosa para os nadadores-salvadores, pelas manobras que envolve, desgaste físico que provoca e lentidão na resposta, e hoje, devido à pandemia, pelos riscos de contacto com as vítimas.

5 – Os nadadores-salvadores, cuja vida ativa é curta, são cada vez menos, em linha com a tendência demográfica nacional.

6 – A população portuguesa, devido à pandemia, deu início a um movimento migratório para o interior do país, o qual potencia o uso de praias fluviais e lacustres, vigiadas ou não, o que faz aumentar os perigos de afogamento.

7 – A pandemia em curso gerou muitos medos e ansiedade nas pessoas, que se sentem intranquilas e muitas vezes afetadas psicologicamente, um fator de risco que não pode ser ignorado pelas entidades oficiais, no exercício da sua soberania em matéria de segurança e socorro.

8 – A forma de as tranquilizar é restituir-lhes a confiança com a adoção de medidas de segurança efetivas, cognitivas e evidentes.

9 – O estado está obrigado a este esforço, investindo em ferramentas de socorro ou resgate que permitam mitigar os riscos e os fenómenos acima identificados, reduzindo-os de forma drástica.

10 – Tal implica investimento em meios corretos e atuais, bem como na formação das pessoas, a única forma de mudar o estado das coisas, aproveitando mesmo a atual onda de solidariedade e filantropia que avassalou o País, para mitigar e suprir o investimento necessário, apelando à disponibilidade das grandes empresas, que podem usar os meios técnicos apresentados neste catálogo, para efeitos de marketing corporativo, associado a uma causa nobre, devolvendo assim às comunidades parte do que estas lhes dão.

 

 

OneUP: uma solução inovadora para reduzir os Afogamentos em Portugal

O Salva-Vidas OneUP emerge como um tópico que pretende invadir, de forma inovadora, as nossas rotinas de lazer.

Uma questão pioneira que visa alterar o conceito da segurança aquática como é entendida, na ótica de uma revolução tecnológica pensada, concebida e construída para salvar vidas.

O OneUP é um sistema portátil flutuante que é insuflado automaticamente no contacto com a água, transformando-se num dispositivo salva-vidas.

O seu baixo peso e dimensões muito reduzidas permitem o seu transporte de forma prática e fácil. Uma das suas características principais assenta na facilidade do seu uso, pois não requer nenhum atuador manual.

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